DEVO, NÃO NEGO. PAGAREI QUANDO PUDER...  escrito em sexta 18 março 2011 13:04

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                                             DEVO, NÃO NEGO. PAGAREI QUANDO PUDER...

"O maior sonho do comerciante é vender cada vez mais e, na outra ponta, o do consumidor é adquirir seus objetos de desejo.  O triste é quando o vendedor não tem como receber o valor das mercadorias vendidas. Porém, com a facilidade de crédito e pagamento em prestações a perder de vista, o risco do calote é uma situação desagradável e real. O que é pior, o brasileiro tem o hábito, aliás, a temeridade, de não visualizar claramente o volume do seu endividamento, atentando apenas para o valor da parcela das prestações, que a propaganda enganosa afirma "caber bo seu bolso".

Tudo isso aconteceu por uma política suicida estimulada pelo governo populista anterior. Houve uma falsa euforia no mercado interno, com comerciantes esgotando seus estoques motivados pela farra consumista. Não sou pessimista, sou realista e, por isso, já era possível antever os problemas que viriam tanto para os comerciantes como para consumidores.

O ano de 2011 está demonstrando outra realidade que chegou a galope, com juros altos e aumento das restrições ao crédito. esta preocupação motivou a pesquisa para conhecer a atual realidade do consumidor brasileiro. A pesquisa foi  centrada no endividamento e na inadimplência do consumidor e o resultado foi o mais trágico possível. Tomo a situação da nossa capital, Campo Grande, com os seus números estarrecedores.

O primeiro resultado mostra que 153 mil famílias campo-grandenses estão  endividadas. Dessas, não conseguem pagar em dia suas dividas 72.230 famílias. E, mais grave ainda, 28.286 famílias não tem qualquer possibilidade de quitá-las. Como então explicar este endividamento realizado por pessoas com orçamento familiar capaz de suportar apenas gastos básicos, como aluguel, luz, água, alimentação, transportes, educação e poucos outros itens. Mesmo assim, continuaram a comprar, a comprar... Creio que o sonho de consumo, como a felicidade ao alcance das mãos, foi maior que a sensatez que regula o "ter" e o "poder" pagar. Com o nome no Serasa, este cidadão endividado vai ter que rebolar para limpar o seu nome.

Isso leva a outro engodo do governo: passar a imagem de que no Brasil houve uma ascensão de classes sociais, com a ampliação de uma chamada "classe média", difícil de definir e avaliada tão somente pela sua capacidade de consumo de eletrodomésticos e automóveis populares. O governo até inclui nesses indicadores de classe a aquisição de casa própria mediante o mesmo recurso de financiamento "para toda a vida".

Quem de fato, pertence a essa nova classe média? Mesmo com a ampliação  do programa Bolsa Família, as classes A,B,C,D,E continuam no mesmo lugar. Recentemente, um estudioso do assunto lançou um livro provando que esta história da movimentação das classes, em especial, essa dita "nova classe  média" cujos elementos ele chamou de "batalhadores", aqui no Brasil é uma balela. Entendo esta situação mais como falta de transparência das estatísticas oficiais para alegar e festejar altos índices de aprovação de governantes e seus respectivos dividendos eleitorais. Entretanto, o choque de realidade já começou. Antevejo até quem é que vai pagar o pato, ou melhor dizendo, as dívidas. Com certeza estarão fora de risco os setores privilegiados pelos últimos governantes, como banqueiros (que ganharam dinheiro "como nunca antes neste país"), empresários (acostumados a rceber empréstimos e concorrências de "pai para filho"), multinacionais, etc. Vou parar por aqui, para não prolongar o meu desalento e desaprovação desta perversa política econômica interna que endivida a população de baixa renda.

Parodiando Euclides da Cunha, como sul-matogrossense é acima de tudo um forte, não perco as esperanças, mesmo com S. Pedro despejando uma cachoeira  sobre o estado (o que, aliás, não é somente privilégio de mato Grosso do Sul). As condições adversas se somam e, com isso, sofrem desde os grandes proprietários, como os produtores de soja, até os pequenos sitiantes que fornecem verduras para o estado. O prejuizo é democrático e atinge a todos, com encarecimento dos gêneros de primeira necessidade, abalando os cofres municipais e estaduais.

Não precisa ser advinho, nem metereologista, para prever uma nuvem cinzenta  pairando sobre a gente sul-matogrossense, por muito tempo ainda. "

Atigo de Valmir Batista Corrêa, transcrito do Jornal da Cidade Oline. http://www.jornaldacidadeonline.com.br  

É professor titular aposentado de História do Brasil da UFMS, com mestrado e doutorado pela USP. Pequisador de História Regional, tem uma vasta produção hitoriográfica. É sócio correspondente  do Instituto Histórico e Geográfico de MT, sócio efetivo de Instituto Histórico e Geográfico de MS e membro da Academia Sul-Mato-Grossesnse de Letras.

Nicéas Romeo Zanchett

OBSERVAÇÕES FINAIS:

Muitas famílias estão desesperadas porque acreditaram no governo Lula e se endividaram muito acima das suas condições. Famílias de baixa renda, sem muita experiência para lidar com dinheiro, compraram tudo o que puderam e até alimentos parcelados em cartões de crédito. Agora Lula, explica para eles como irão pagar. Ou, melhor dizendo, como irão comprar novos alimentos se não tem dinheiro e nem crédito? Estão pagando juros atronômicos para os tais cartões e correm risco de desemprego.

Muitos que adquiriram veiculos ou outros bens financiados já estão sofrendo retomadas.

Aqueles que acreditaram no sonho da casa própria, agora estão descobrindo que, na verdade, tratava-se de um pesadelo.

Ascensão social se faz com educação e trabalho digno. Mas o governo Lula quiz fazê-lo com Bolsa Família que no governo FHC era Bolsa Escola e tinha o objetivo de incentivar a educação.

Agora tudo está ficando claro. Tratava-se de um engodo para passar a imagem de grande governante para o mundo e para os brasileiros menos avisados.

A inflação está voltando a galopes trazendo consigo juros altos e desemprego. É bom ficarem alertas.

Mais uma vez fica comprovado que a mentira tem pernas curtas.

O trabalho, que a duras penas foi feito no Governo Itamar Franco e FHC, está indo por água abaixo. Tudo pela irresponsabilidade de um governante que só soube olhar para o próprio umbigo e sorrir com a falsa popularidade mostrada nas pesquisas compradas.

Nicéas Romeo Zanchett

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ESTAMOS DESTRUINDO NOSSO PLANETA  escrito em domingo 23 janeiro 2011 15:20

Blog de minhacasaminhavida :MINHA CASA MINHA VIDA, ESTAMOS DESTRUINDO NOSSO PLANETA

                                  ESTAMOS DESTRUINDO NOSSO PLANETA

Pelo nosso consumo irresponsável, estamos prestes a destruir nosso planeta.

Veja o video e controle seu consumismo exagerado.

http://www.unichem.com.br/video.php?id_video=16 

Nicéas Romeo zanchett

http://superpopulacao.spaceblog.com.br

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SONHO DA CASA PRÓPRIA VIROU PESADELO  escrito em terça 21 dezembro 2010 11:43

Blog de minhacasaminhavida :MINHA CASA MINHA VIDA, SONHO DA CASA PRÓPRIA VIROU PESADELO

                                      O SONHO DA CASA PRÓPRIA VIROU PESADELO

Quem conhece os métodos de Lula PT e aliados para enganar o povo e conseguir votos, não se ilude.

A promessa era de um milhão de moradias para baixa renda, mas era bom demais para ser verdade.

Agora que as eleições já passaram a verdade começa a vir à tona.

No Domingo, dia 19/12/2010, o programa Fantástico da Rede Globo apresentou a materia que passo a descrever:

"O SONHO DA CASA PRÓPRIA PODE SER ADIADO POR ARMADILHAS"

"Corretores garantem que apartamentos mais caros serão financiados pela Caixa, com juros baixos para famílias de baixa renda. Mas apenas imóveis de até R$ 130 mil podem entrar no programa.

O prédio novinho mostrado em video fica em Paraisópolis, Zona Sul de São Paulo. É onde Elisa deveria estar morando. Mas ela continua na casa dos pais, apesar de já ter pago um entrada de R$ 32 mil pelo apartamento. Segundo a contrutora, o imóvel vale R$ 115 mil. -"Eu juntei minha vida inteira esse valor de entrada e agora eu não tenha nada", diz Elisa. Ela acreditou que pagaria o restante em um financiamento especial da Caixa: o Minha Casa Minha Vida. Os juros são de 5% ao ano, baixos para o padrão brasileiro. E o governo ainda dá até R$ 23 mil do valor  do imóvel - o chamado subsídio.

Juros baixos e subsídios são as principais vantagens do Minha Casa Minha Vida - um programa do Governo Federal criado em 2009 para ajudar famílias de baixa renda.

O detalhe crucial dessa história é que só podem entrar no programa imóveis de até R$ 130 mil. Antes mesmo de a construção começar, a Caixa já diz quanto custa o imóvel e se ele  está dentro dos limites do programa.

-"Então eu fui traída só por causa do Minha Casa, Minha Vida,", conta Elisa.

Depois de fechar o negócio com a construtora, Elisa foi chamada na Caixa. Lá, descobriu que o apartamento estava fora do programa. -"Eu estou excluída e não tem como eu assumir o dobro de juros".

Preste atenção nestas contas: pelo Minha Casa Minha Vida, Elisa pagaria parcelas mensais de R$ 450. Fora do programa, ela teria de pagar juros de 9% ao ano - quase o dobro.  No fim de 30 anos de financiamento, o apartamento sairia R$ 70 mil mais caro. E a parcela mensal seria de R$ 845 - incompatível com o salário dela, de R$ 1.500 por mês.

"Ela não tem renda suficiente para fazer financiamento comum. Conclusão: ela perdeu o sinal, não tem onde morar e não tem como adquirir outro apartamento", explica o advogado de Elisa, Luiz Fernando Oshiro.

O Fantástico foi até a Caixa para pedir explicações. "Desde a primeira avaliação, e aí está comprovado. Essa unidade foi avaliada acima de R$ 133 mil, conta Valter Nunes, superintendente regional da Caixa.

O valor ultrapassou os R$ 130 mil, que é o limite do programa. E não importa que a construtora só tenha cobrado R$ 115 mil. A Caixa sempre segue uma regra.

"O que vale para o enquadramento no Minha Casa Minha Vida é o maior dos valores entre o valor da avaliação e o valor de compra e venda", diz o superintendente.

Elisa se sentiu enganada pela construtora, que tinha garantido que o imóvel estava no programa. E o caso de Elisa não é o único. Longe disso.

Eduardo e o Juliano são amigos e queriam ser visinhos. Eles compraram cada um, um apartamento no mesmo prédio. E aos dois foi dito que era possível fazer um financiamento pelo Minha Casa, Minha Vida. E nenhum dos dois conseguiu.

"Dez meses depois da compra pelo Minha Casa, Minha Vida, quando eu fui entrar pela Caixa Econômica, o valor passou do limite do Minha Casa Minha Vida no município", conta Eduardo Martinez, encarregado de produção.

O prédio é o mostrado em video, em Sorocaba, interior de São Paulo. Na cidade, o programa  só financia apartamentos de até R$ 100 mil. Mas as placas atraíram os compradores. A conversa do corretor também.

Durante a compra, eles falavam do programa Minha Casa, Minha Vida? "Sempre. Esse é o slogan deles", conta Juliano de Almeida, analista de esporte.

Só que o contrato mostra que o valor do apartamento é de R$ 8 mil além do limite do programa. A Caixa não liberou o financiamento. "Com certeza nós fomos enganados", diz Juliano.

Dos R$ 21 mil que deu de entrada no imovel, Eduardo recebeu de volta R$ 2,5 mil. Para Juliano ainda faltam R$ 3 mil do total de R$ 10 mil que investiu no imóvel.

O Fantástico percorreu estandes de venda de imóveis populares. E registrou um procedimento que a Caixa condena: corretores garantem que apartamentos mais caros serão financiados pela Caixa.

Fantástico: Esses apartamentos entram no programa Minha Casa, Minha Vida?

Corretor: Sim, todos eles.

Fantástico: Faixa de quanto?

Corretor A partir de R$ 126 mil. R$ 126 mil a 136 mil.

fantástico: R$ 136 mil? E esses 136 entram também?

Corretor: Entra também porque o valor que eles olham no caso da Caixa é o valor de avaliação da Caixa. Então, está menos de R$ 130 mil, no caso. Então todos eles entram.

O limite do Minha Casa Minha Vida em São Paulo, onde foi feita essa gravação, é R$ 130 mil.
Outra construtora oferece imóvel pelo Minha Casa Minha Vida a R$ 135 mil.

Corretor: R$ 135 mil para cima.

Fantástico: Mas o limite não é de R$ 130 mil?

Corretor: A avaliação. O apartamento a construtora está pedindo um pouco a mais porque hoje ele vale. Vai ficar pronto daqui a sete meses. Daqui a sete meses, ele vai valer mais do que isso ainda. Então, hoje a contrutora já pede um pouco mais, entendeu?

Em nota enviada ao Fantástico, uma das construtoras, a Goldfab, responsabilizou o corretor pelo erro: disse que, na ânsia de vender, ele não esclaresceu que as unidades mais caras  estavam fora do programa.

Questionada sobre o procedimento do corretor, uma outra construtora, a MRV dá explicação diferente: "Nosso entendimento é que a Caixa Econômica avalia o empreendimento para enquadrá-lo dentro do programa. Agora, a marcação do preço compete à construtora e compete baseado no mercado", diz Eduardo Barreto, diretor comercial da MRV.

Em casos como os flagrados pelo Fantástico, a Caixa garante que não financia o imóvel pelo Minha Casa Minha Vida.

"Todos os imóveis adquiridos acima do limite do programa não terão financiamento garantido pela Caixa no programa Minha Casa Minha Vida".

Depois de informada por nossa equipe sobre a posição da Caixa, a MRV disse que pretende  procurar o banco para, se necessário, readequar os procedimentos de venda. Foi essa construtora que vendeu os apartamentos para Elisa, Eduardo e Juliano. A empresa afirma que irá apurar se houve erro na venda.

A Caixa orienta que o futuro comprador se informe o máximo que puder antes de fechar o negócio.

O melhor local para ter informações em relação ao programa Minha Casa Minha Vida são as agências da Caixa.

Mas nem na Caixa o casal Jaqueline e Roberto confiam.  Eles chegaram a ser entrevistados por um gerente.

" Mas aí passou 30 dias, 60, 90, 120. A gente começou a tentar correr atrás, por que não chamam? Por que não chamam?, pergunta Roberto Vargas.

Foram informados que o prédio estava fora do Minha Casa Minha Vida. E só.

"Eu sei que ele está subindo, que ele está andando, mas não sei se vai ser meu, de fato", disse Jaqueline Rodrigues.

A construtora Even, responsável pela obra, diz que havia a previsão de realizar o crédito com a Caixa, mas depois o acordo foi fechado com outro banco. A Even alega que os clientes descontentes tiveram a opção de receber o dinheiro de volta.

"Mas eu não quero a devolução do dinheiro. Eu quero o apartamento", disse Jaqueline.

Quem se sentiu enganado agora pede na Justiça o que foi prometido na hora da compra do apartamento.

"Preciso esperar uma resposta, mas eu quero meu apartamento, que é o meu sonho", declara Elisa. "

Fantástico.

NOTAS FINAIS

Este artigo foi transcrito do site do programa Fantástico da Rede Globo. lnik abaixo:

http://fantastico.globo.com/jornalismo/FANT/O,,MUL1636747-15605,00-SONHO-DA-CASA-PROPRIA-PODE-SER-ADIADO-POR-ARMADILHAS.html

Se o Link não abrir, pesquise no Google >> Fantástico - sua revista eletrônica A pesquisa também pode ser feita no próprio site da http://www.globo.com  incerindo a frase > sonho da casa própria pode ser adiado por armadilhas <

Ou então pesquise no Google > > Sonho da casa própria pode ser adiado por armadilhas - Lá você poderá ver um video.

Parabéns à Rede Globo pela excelente matéria do Fantástico. Irá ajudar muitos brasileiros que também foram enganados.

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COMENTÁRIOS:

O programa Minha Casa Minha Vida é uma boa idéia, mas foi mal planejado. Isso aconteceu devido à pressa que o governo tinha para implantá-lo e desenvolvê-lo antes das eleições.

Casos como os que foram publicados pelo Fantástico estão acontecendo aos milhares por todo o país.

Cada dia fica mais claro de que o programa do governo, na verdade, era uma armadilha com fins eleitoreiros. Infelizmente quem pagará a conta serão as pessoas que acreditaram nas promessas e agora perderão suas economias que lhes custaram trabalho honesto, sonhos e esperanças. Quem sairá ganhando com o sofrimento de tanta gente são as contrutoras, os bancos e o próprio governo populista.

Se lerem meus primeiros artigos deste blog verão que tentei avisar sobre os verdadeiros riscos das fantasias "Lulísticas". O resultado aí está.

Inclusão social via endividamento só se justificaria se nossos juros fossem civilizados.  Como temos, disparado, os juros mais altos do mundo, o endividamento se transforma numa transferência de renda dos pobres para os ricos.

Convencer alguém de que mudou de classe social só porque se endividou para consumir e realizar sonhos, não é apenas maldade, mas um ato criminoso.

A verdadeira ascenção social se dá com educação, bons empregos, estabilidade e poupança. O governo preferiu o caminho mais fácil -para seu benefício- que é o endividamento irresponsável.

A inflação está novamente entre nós. Com ela virão também o aumento dos juros, que já são extorsivos, e o desemprego.

O crédito fácil e o incentivo ao consumismo, levou as famílias ao endividamento descontrolado. Hoje, milhões de brasileiros estão pagando juros de cartão de crédito e cheque especial, pelos alimentos que já consumiram.

Infelizmente, muitas serão as reportagens sobre o desespero das famílias endividadas que perderão seus bens adquiridos com suas honestas economias e financiamentos extorsivos. Mas tudo isso vem tarde demais, pois o governo já conseguiu os votos que queria a qualquer custo. Lamento muito que este custo seja o sofrimento de pessoas humildes que acreditaram num sonho.

Nicéas Romeo Zanchett

Leia as matérias publicadas no WIKILEAKES - BRASIL > Artigos secretos que vazaram.

http://wikileaks-brasil.blogspot.com

Leia também a Carta de Fidel Castro para Hugo Chaves http://notalatina.blogspot.com/2009/08/transcricao-da-carta-de-fidel-para.html

 

 

 

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CRÉDITO FÁCIL - UM DIA A CASA CAI  escrito em domingo 22 agosto 2010 11:54

Blog de minhacasaminhavida :MINHA CASA MINHA VIDA, CRÉDITO FÁCIL - UM DIA A CASA CAI

                                  O VÍCIO DO CRÉDITO FÁCIL ESTÁ POR TRÁS DAS CRISES

"Se uma família se endivida excessivamente para comprar uma casa e depois não consegue pagar as prestações pode ter cometido um erro - e corre o risco de perder seu lar. É uma tragédia familiar."

O endividamento das famílias brasileiras está crescendo assutadoramente. É resultado da política irresponsável e eleitoreira do governo. O ponto de equilíbrio já foi ultrapassado a muito tempo, mas  para garatir sua popularidade e crescimento econômico artificial, o governo continua incentivando as famílias a se endividarem ainda mais.

Muitos economistas afirmam que o crédito é bom e que em outros paises o endividamento é maior. Isso é verdade, mas o que êles não dizem é que só no Brasil se pratica legalmente juros de agiotagem. O que o governo quer é arrecadar mais impostos, manter sua popularidade em alta e ajudar os bancos e empresas. Quanto ao tomador de crédito, quando não puder mais pagar as prestações devido aos excessivos juros, que se vire. O governo lavará as mãos e o povo perderá suas economias.  

Para ajudá-los entender melhor o que está acontecendo na economia brasileira, trancrevi abaixo o artigo " O VÍCIO DO CRÉDITO FÁCIL ESTÁ POR TRÁS DAS CRISES" do brilhante economista Paulo Guedes, publicado na revista ÉPOCA em 28 de setembro de 2008,  auge da crise americana.

Diz o artigo: " SE UMA FAMÍLIA SE ENDIVIDA EXCESSIVAMENTE para comprar uma casa e depois não consegue pagar  as prestações, pode ter cometido um erro - e corre o risco de perder seu lar. É uma tragédia familiar. Mas como explicar que milhões de famílias americanas tenham resolvido se endividar  excessivamente ao mesmo tempo, disputando casas a preços crescentes, provocando um boom no setor de construção residencial e cometendo o mesmo erro de cálculo quando enfrentaram, hoje, dificuldades no pagamento das prestações?

Elas decidem então vender os imóveis, novamente todos ao mesmo tempo, e quebram pelo desabamento dos preços, pois o valor das casas fica abaixo das dívidas assumidas. É mais do que uma coleção de tragédias familiares - é uma crise sistêmica.

Se um banco ou uma agência de crédito imobiliário  concede financiamento a uma daquelas famílias, que não estava preparada para arcar com as despesas financeiras da compra do imóvel, pode ter adquirido uma hipoteca de alto risco. Pode ter cometido um erro e ser atingido pela inadimplência do tomador do empréstimo, perdendo o principal, além de não receber os juros contratados. É um erro de avaliação do banco. Mas como explicar que centenas de bancos e companhias de financiamento imobiliário tenham  resolvido, ao mesmo tempo, emprestar  excessivamente aos milhões de tomadores de alto risco, todos com lastro em ativos imobiliários?  É mais do que uma coleção de erros de avaliação - é uma crise sistêmica.

A originação das hipotécas, a revenda desses empréstimos (ou"securitização") e sua distribuição por meio de veículos de investimentos especialmente desenhados para essa finalidade seriam, em condições normais, um sinal de que as inovações financeiras contribuem para a melhoria da qualidade de vida das famílias. Mas como explicar que o veículo para a concretização do sonho da casa própria tenha se tornadonão não apenas o maior pesadelo dessas famílias, mas também uma crise sistêmica, um buraco negro que já engoliu gigantes financeiros - como Bear Stearns,  Fannie Mae, Freddie Mac, Merrill Lynch, Lehman Brothers e AIG - e ameaça tragar o restante da economia americana?

Pois bem, o Federal Reserve de  Alan Greenspan, mantendo os juros  muito baixo por muito tempo, foi a alavanca que moveu toda essa engrenagem. Milhões de famílias saltaram da bolha das Bolsas para a bolha dos imóveis.  Centenas de instituições financeiras  distribuiram aqueles ativos financeiros de baixa qualidade em todo o mundo. O mesmo Federal Reserve, com a ajuda do Tesouro e de seu plano de salvamento de US$ 1 trilhão, tenta agora interromper  a liquidação desordenada desses ativos financeiros, cujos preços foram inflados pelas bolhas.

Por trás de todas as crises financeiras sistêmicas sempre esteve um fenômeno tão inebriante quanto letal : a expansão excessiva do crédito, que quando interrompida, converte-se em colapso do crédito (credit crunch). É como um vício, dificílimo de interromper: as famílias desejam as casas, a indústria da construção quer construir, os bancos e financiadores pretendem financiá-las, as agências de rating almejam  suas comissões - e as "drogas" são fornecidas pelo banco central, sob a forma de juro baico e liquidez excessiva.

As maiores catástrofes  financeiras da História moderna experimentaram  o fenômeno da expansão excessiva do crédito:  o crash de 1929 e a Grande Depressão dos anos 30, nos Estados Unidos, o crash de 1989 e a estagnação que completa duas décadas no Japão e o atual credit  crunch de novo nos EUA.  Nos três casos, foi patente  o desleixo das autoridades monetárias em esvaziar as bolhas especulativas em formação.

Os bancos centrais sempre estiveram atentos à trajetória da inflação, inimigo público facilmente identificável pelo efeito corrosivo da alta dos preços de bens e serviços sobre o salário. Mais difícil é detectar nos próprios bancos centrais o inimigo invisível  responsável pela "exuberância irracional" dos mercados. E, mais ainda, interromper a farra do crédito, antes que ela produza a catástrofe histórica."

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  COMENTÁRIOS FINAIS

A história econômica do Brasil sempre foi marcada por atos de govêrnos muito populares.

Getúlio Vargas criou a Petrobras, a CSN - Cia. Siderúrgica Nacional e outras que, sem dúvidas, foram marcos da nossa história.

Jucelino Kibitschek, além da criação de Brasília, entrou para a história com a implantação  da indústria automobilística no Brasil. Passamos a produzir aqui os veículos que eram importados dos Estados Unidos. Inegavelmente isto foi muito bom.

Itamar Franco e Fernando Henrique equilibraram economia brasileira e nos salvaram dos altos custos inflacionários.

Lula da Silva, que se coloca no patamar de o melhor presidente do Brasil, deixa como legado uma tragédia financeira anunciada. Para salvar a economia brasileira da crise de 2008, importou os erros da economia americana. Crescimento artificial com crédito fácil e irresponsável. Quem pagará a conta certamente será o povo brasileiro, mas isto só ocorrerá depois das eleições de 2010.

O chefe dos mensaleiros criou a indústria da inadimplência e  deixa o governo do Brasil com uma divida de 1 trilhão e 500 bilhões de reais; a Petrobras e outras estatais completamente descapitalizadas; O BNDES com coleções de créditos pôdres devidos a empréstimos irresponsáveis; As estradas, portos marítimos e aeroportos estão em frangalhos. Lula passou todo o governo apoiando regimes ditatoriais como os de Ahmadinejad, Hugo Chaves, Evo Morales, Fidel Castro, as FARC e outros.

Antes do Regime Militar lutaram para implantar no Brasil um sistema comunista nos moldes de Cuba e agora querem implantar o sistema ditatorial da Venezuela.

Está na hora dos brasileiros abrirem o olho. Depois não digam que não avisei.

Rio de Janeiro, 22 de agosto de 2010.  <<<<<< <<<<

Nicéas Romeo Zanchett

A maior parte da mídia brasileira foi comprada pelas publicidades do governo, mas alguns corajosos falam o que de fato está acontecendo.

http://ucho.info/lula-empurra-o-brasileiro-mais-uma-vez-na-direcao-do-consumo-irresponsavel

LULA DOA NOSSO DINHEIRO PELO MUNDO A FORA

http://ucho.info/sem-resolver-os-problemas-caseiros-lula-esparrama-dinheiro-pelo-mundo

 ESCÂNDALO DO MENSALÃO

http://www.escandalodomensalao.com.br/indice.php

 

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MINHA CASA MINHA VIDA - CUIDADOS A TOMAR NA HORA DA COMPRA  escrito em domingo 26 abril 2009 16:22

Blog de minhacasaminhavida :MINHA CASA MINHA VIDA, MINHA CASA MINHA VIDA  - CUIDADOS A TOMAR NA HORA DA COMPRA

                                          MINHA CASA MINHA VIDA

                            Advogados indicam os cuidados a tomar. ( Este é um artigo publicado no Jornal O Globo em 02.04.2009) Achei que deveria postá-lo aqui para ajudá-los na hora da decisão de comprar uma casa pelo novo plano do governo.

Diz o artigo:

                            " Advogados indicam os cuidados a tomar "

                           "Consultar o histórico da empresa é um deles."

  "Especialistas em direito imobiliário alertam que, apesar de todo o empenho do governo de facilitar a compra de imóveis, principalmente nas camadas de mais baixa renda, os candidatos a comprar a casa própria não devem relaxar nos cuidados.

  O advogado Hamilton Quirino, da Associação Brasileira de Advogados do Mercado Imobiliário (Abami), recomenda que, antes de fechar negócio, o comprador faça uma simulação das prestações do imóvel e verifique se o valor cabe no seu orçamento.  

Outro conselho é pesquisar sobre as empresas envolvidas no negócio - tanto a corretora como a construtora e a incorporadora.

 - O comprador deve obter informações a respeito de empreendimentos anteriores  ou que estão sendo tocados no momento. Se a construtora tem obras paradas ou atrasadas, é melhor partir para outro imóvel - diz.

  É recomendável ainda, segundo ele, que o pretendente à aquisição do imóvel faça uma visita a obras já construidas pela construtora e se informe a respeito de eventuais defeitos ou pontos fracos da construção.

  No processo de pesquisa das empresas envolvidas na venda do imóvel, o principal documento a pesquisar, de acordo com Hamilton Quirino, é o registro de imóveis, pois uma empresa não pode vender unidades sem registro prévio do memorial de incorporação. É importante também verificar se o imóvel apresenta algum impedimento legal.

   Na compra de imóveis na planta, sugere o advogado, deve-se evitar fechar negócio por impulso no dia do lançamento do empreendimento. Outro cuidado fundamental é verificar os prazos e as condições de entrega, bem como as penalidades em caso de atraso nas obras ou de impossibilidades de continuar o negócio.

  Armando Miceli, também especialista em Direito Imobiliário, lembra que, no passado, empresas tidas como sólidas, como a Encol, acabaram falindo e prejudicando milhares de mutuários. O advogado sugere que o comprador verifique os valores da entrada do imóvel, das intermediárias (se houver) e o índice de reajuste das parcelas. Segundo ele, muita gente esclarecida fecha negócio na empolgação, sem fazer as contas de quanto vai pagar nem tomar conhecimento dos riscos do negócio.

   -Em qualquer operação de compra de imóvel, o ideal é que o índice de reajuste das prestações seja igual ao que rege o reajuste de salário do comprador - alerta Miceli."

Fica aí o alerta muito sensato para que você não seja mais uma vítima do mercado imobiliário.

Nicéas Romeo Zanchett

http://casaecologica-comoconstruir.spaceblog.com.br

http://www.textolivre.com.br/component/comprofiler/userprofile/Romeo%20Zanchett

 

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